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Participação Cívica

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Este pretende ser um espaço de participação cívica. Aqui iremos debruçar-nos sobre o quotidiano político, seja de âmbito nacional seja de âmbito regional ou local.

António J. B. Ramalho

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Como se fosse normal...

Por vezes confronto-me com opiniões de pessoas supostamente bem intencionadas e presumivelmente esclarecidas que me deixam estarrecido. O sentido das opiniões a que me refiro é invariavelmente o mesmo: há pessoas de bem, que estão a trabalhar pelo bem comum; e, em contrapartida, há pessoas mal-intencionadas, que passam a vida a dizer mal dos primeiros.

Tenho por norma de conduta respeitar as opiniões diferentes da minha, em especial quando são fundadas em factos e, por outro lado, quando traduzem genuinamente uma opinião, isto é, uma forma de ver o mundo diferente da minha. Pelo contrário, já tenho tendência a repudiar algumas das coisas que se dizem e escrevem que negam evidências ou que consideram normal aquilo que, em boa verdade, é manifestamente anómalo.

Posto isto, pergunto:

  • é normal que um jogador de futebol comece uma partida por um determinado clube e, depois, antes de concluído o desafio, mude de equipa e comece a tentar marcar golos na baliza que antes defendia?
  • é normal que alguém receba um mandato de uma determinada entidade (por exemplo, para distribuir laranjas por A, B e C) e que depois se recuse a entregar as laranjas a C porque este discordou do mandatário? (Atenção que as laranjas não são do mandatário, são da entidade mandante)
  • é normal que uma dona de casa, cujos rendimentos estão deveras limitados, se dê ao luxo de comprar caviar (apenas por este estava em promoção) colocando em risco a compra dos bens essenciais para o agregado familiar?

No dia em que a maioria das pessoas considere normais e razoáveis tais procedimentos aceito ser apelidado de maldizente. Até lá, Não!

 

 

 

 

 

Nota: a imagem foi colhida no sítio para o qual aponta a respectiva hiperligação.

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