ad valorem

Participação Cívica

ad valorem

As reuniões da Câmara Municipal de Estremoz estão a ser difundidas on-line a partir da Ustream.TV. Se pretender visionar alguma das sessões gravadas, siga a ligação seguinte: Ustream.TV

0
0
0
s2sdefault

Em linha...

Temos 60 visitantes e 0 membros em linha

Estremoz

Reunião CM Estremoz 19Mai2010 - Debate sobre a água 1

Sem aditar, por ora, qualquer comentário, assista à primeira parte do debate realizado na passada Quarta-Feira, dia 19 de Maio, na reunião da Câmara Municipal de Estremoz.
Vídeo 01 - Intervenção inicial de Luís Filipe Mourinha, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz

O vídeo seguinte reproduz a primeira parte da intervenção inicial do vereador eleito pelo PSD.

O vídeo 03 reproduz a segunda parte da intervenção do vereador do PSD.
Notas:
Os vídeos foram produzidos pelo Jornal Brados do Alentejo;
Em próximo artigo serão aqui colocados outros vídeos que, de momento, se encontram ainda em edição.</div
0
0
0
s2sdefault

Estremoz: vamos meter água?

 

Ao bom estilo de Luís Mourinha, o Município prepara-se para rescindir o contrato com as Águas de Portugal. Assim, sem mais, a trouxe-mouxe e sem serem conhecidas as alternativas.
Lá que o Sr. Presidente ache que sabe qual é a melhor solução até se aceita. Agora se quer ser apoiado numa decisão com tal peso e com tal importância para o destino colectivo de Estremoz, seria bom que começasse a explicar-se, que apresentasse as alternativas e os estudos que as fundamentam. Se essa for mesmo a melhor solução, não deve temer apresentar os seus argumentos, deve esclarecer tudo tintim-por-tintim; se essa for - pelo menos, aparentemente - a melhor solução, então nós cá estaremos para o apoiar.
Que o contrato actualmente existente é desfavorável para o Município, até concordamos. Em nossa opinião, é verdade. No entanto, como na canção, "p'ra melhor está bem, está bem; p'ra pior já basta assim!" É preciso conhecer as alternativas e – ainda mais importante – que estas sejam apresentadas em simultâneo com a proposta de rescisão. De facto, se tivermos que escolher entre dois males, que saibamos pelo menos escolher o menor.
As hipóteses mais óbvias da rescisão com as Águas do Centro Alentejo são duas: (1) o Município continua a ter a seu cargo a gestão da água; ou (2) vai celebrar com terceiros uma nova concessão. Se a hipótese for a primeira, então tudo bem, vejam se há condições para obter financiamentos – comunitários, bancários, autofinanciamento ou outros – para reestruturar a rede de águas e de saneamento de Estremoz e vamos a isso. Se tais condições não se verificarem, então travões a fundo. Entre ter água cara ou não ter água, creio que a maioria das pessoas – por mais contrariadas que fiquem – prefere pagá-la cara a não a ter. Disse, e agora sublinho, creio; (é preciso ter em atenção que posso estar a crer mal) logo, penso que devem ser os cidadãos de Estremoz a decidir.
Se a opção for a segunda, então temos de saber a quem vamos fazer a concessão da exploração da água e em que termos. Se vamos fazer um concurso público, então temos de fazer um caderno de encargos que balize as regras de actuação das empresas concorrentes. Se vamos fazer um concurso, então antes temos de ter conhecimento dos estudos de viabilidade técnica, económica e financeira que nos dão garantias mínimas que as soluções que propomos são aceitáveis pelas empresas potencialmente concorrentes. Se todas estas condições estiverem ultrapassadas, então vamos a isso… espera, vamos… se for isso que a maioria da população decidir depois de saber os riscos que corre.
O que não é, de todo, aceitável é que me apresentem daqui a alguns dias o resultado de ligações perigosas em negócios escabrosos. Se, sem concurso, me aparecer uma, e uma só, empresa a dizer que nos vai pagar uma pipa de massa e que – com toda a generosidade – me vai garantir água em abundância e, ainda por cima, barata; então tenho todas as razões e mais algumas para fugir desse negócio a sete pés. Se ainda não perceberam porquê, pior para vocês…
Resumindo: sei qual é a melhor solução? Neste momento, não! Eu, tal como a maioria – presumo eu – dos meus concidadãos, preciso de ser esclarecido. Qual a melhor via para as pessoas serem esclarecidas? Também não sei, mas penso saber que podemos fazer uso de um recurso que ainda não usámos. É esclarecedor e, perante a importância transcendental do tema em questão, afigura-se-me adequado. Porque não recorremos ao Referendo Local?
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.
Também publicado em EstremozNet
0
0
0
s2sdefault

Em menos de 6 meses a dívida corrente do Município de Estremoz aumentou mais de 1 milhão de euros

Todos sabemos que o valor da dívida corrente a fornecedores oscila numa base diária (assim como as dívidas de clientes ou utentes). Um dia devemos 100, no outro 80 e no outro ainda 120. Enfim, tal oscilação é normal. No entanto, ao fim de quase seis meses decorridos do ano de 2010, começa a vislumbrar-se aquilo que parece ser uma tendência, a qual aponta para o crescimento da dívida corrente do Município de Estremoz.

O quadro seguinte ilustra aquilo que acabamos de referir. Entre 15 de Janeiro (data da primeira disponibilização deste tipo de informação por parte da Câmara Municipal) e 25 de Junho, a dívida corrente do Município aumentou € 1 058 749,55, ou seja, 27,95%.

 

Evolução da Dívida a Fornecedores
Datas 15-Jan-10 30-Abr-10 14-Mai-10 28-Mai-10 11-Jun-10 25-Jun-10
Valor € 3 788 127,54 € 4 102 429,63 € 4 258 025,40 € 4 758 235,60 € 4 503 921,93 € 4 846 877,09
Variação período anterior € 314 302,09 € 155 595,77 € 500 210,20 (€ 254 313,67) € 342 955,16
Variação período anterior % 8,30% 3,79% 11,75% (5,34%) 7,61%
Variação acumulada € 314 302,09 € 469 897,86 € 970 108,06 € 715 794,39 € 1 058 749,55
Variação acumulada 8,30% 12,40% 25,61% 18,90% 27,95%

 

Pode até nem ser nada, mas também pode já ser sinal de alguma coisa.

Antes de finalizar tenho que deixar uma nota final a qual abona a favor da actual equipa que lidera a Câmara Municipal:

Luís Mourinha aceitou o repto que lhe lancei de tornar a administração municipal mais transparente, tendo este aceitado prestar informações - em todas as reuniões de câmara - sobre a situação financeira do Município. Na ausência de tais informações, esta análise e a crítica construtiva que lhe está subjacente não era possível. Bem-haja por isso!

0
0
0
s2sdefault